terça-feira, 3 de agosto de 2010

Fim de julho...

Ela fechou os olhos e deitou ao seu lado. Na cama fria o único calor que vinha era de dois corpos. Ela fez desenhos em suas costas e ele brincou com seu cabelo. Sorriam a cada palavra sussurrada. O único barulho que escutavam era da batida de dois corações apaixonados. A respiração se confundia com os gemidos ao longo da noite. Era uma noite de longos abraços e beijos apaixonados. Não queriam que a noite acabasse, pois estavam felizes de estarem juntos e sozinhos. Tinham o mundo pela frente, mas não se importavam em fazê-lo esperar. Queriam está ali juntos e se amando em uma noite fria de julho. Embaixo das cobertas pernas se entrelaçavam. Viravam um corpo só, mas com duas almas. As juras de amor eram eternas, com a luz da lua de testemunha que surgia entre as cortinas. Um com outro o outro com um. Juntos em um corpo só. Sabiam que eram felizes só pelo fato de ficarem juntos e não se importavam com o que as pessoas diziam, pois elas só olhavam de fora. O amor era tão grande que a noite ficava pequena para os dois e a madrugada logo chegava ao fim. O sol estava para nascer e dois corpos ali deitados sem se importa com os raios que vinham lá de fora. A noite se foi o dia chegou e eles não se preocupavam com o que iria acontecer dali pra frente, o importante era estarem ali juntos e felizes. O amor entre eles era tudo que eles tinham e juntos eles ficariam para o resto de suas vidas. Aconteceu tudo em uma noite fria de julho.

Um comentário:

  1. Então... acho um negócio meio doido.

    Acompanhei a feitura desse texto, e vc havia me dito que ele era provocativo, engraçado, vejo o 'fogo' dele em uma delicadeza.

    quando a madrugada chega ao fim, duas pessoas amanhecem juntas (se quiserem fazê-lo) e é aí que a gente fixa no cimo do amor, deleite e ardor.

    te amo, bunita

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